Os governadores
estaduais, ou seja, os estados aprovaram, por meio do Conselho Nacional de
Política Fazendária (Confaz), um novo reajuste do ICMS sobre combustíveis. A
partir de segunda-feira, 1º de fevereiro de 2027, o imposto cobrado sobre a
gasolina, o diesel e o gás de cozinha fica mais alto em todo o país.
A decisão foi
tomada na terça-feira, 27, e oficializada na quarta-feira, 28, com a publicação
dos convênios ICMS 127/2026 e 128/2026 no Diário Oficial da União (DOU).
Os governadores
bolsonaristas encabeçaram o aumento dois dias após as eleições do segundo turno.
Os governos de Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Jorginho Mello (PL-SC) e
Celina Leão (PP-DF) participaram da aprovação do aumento do ICMS sobre
gasolina, diesel e gás de cozinha em 27 de outubro, dois dias após o segundo
turno. A decisão do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) contrasta
com manifestações dos três em defesa de impostos menores.
Durante a
campanha, Jorginho Mello assinou um compromisso com a Fiesc, em 18 de setembro,
de não elevar a carga tributária estadual no mandato de 2027 a 2030. A promessa
abrangia a tributação como um todo. Já Celina Leão prometeu não aumentar
impostos e defendeu alíquotas menores em um encontro com apoiadores do setor de
combustíveis, em 22 de outubro, segundo a própria assessoria.
Tarcísio de
Freitas, por sua vez, defendeu a redução do peso dos impostos sobre a população
em 27 de outubro, quando as eleições já haviam terminado. Na mesma data, o
governo paulista participou da decisão do Confaz. A manifestação do governador
foi geral e não incluiu uma promessa específica sobre as alíquotas do ICMS
paulista.
Pelos novos
valores, o ICMS da gasolina passa de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro. No diesel,
sobe de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro. E no gás de cozinha, vai de R$ 1,47
para R$ 1,54 por quilo.
O anúncio vem
poucos dias após o segundo turno das eleições 2026, realizado no domingo, 25.
A NOTICIA BS.

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